Renovou! E agora Vereadores! Projeções para o Legislativo e Executivo Novorizontino após as eleições de 2020.

Por: Clayton Zocarato

A renovação de representação político – partidária novorizontina, veio de encontro coma insatisfação pública, em relação ao velho apadrinhamento e caciquismo partidário que imperou no Legislativo Novorizontino  nos últimos 16 anos.

Vimos uma resposta do eleitorado, soando como um alarde de inquietação e esperança,  em  uma cidade praticamente abandonada e carente de  um planejamento político urbano eloquente, que venha ao encontro com as reais necessidades de mudanças estruturais e morais, pela qual a população anseia, deixando de lado  a “velha bufonaria” discursiva ideológica de apadrinhamento dos candidatos,  usando somente de falsos sentidos de realidade com  propostas inviáveis e também faraônicas que visavam unicamente a sua reeleição, defendendo  somente seu curral eleitoral, como uma fera predadora pronto para avançar a qualquer ameaça defronte um “staus quo” de preservação do descaso e  que viesse de encontro com seus interesses mórbidos.

A nova formação Câmara  possui uma conjectura com o fortalecimento da ala clerical, um enfraquecimento visível em relação aos pentecostais, anulação da esfera agrário – industrial – latifundiária, a saída do guardião do “quarto poder” que era quase cativo,  uma queda abrupta da influencia esquerdista, e um fortalecimento da  direita, seguindo a tendência político – partidária existente no Brasil desde as ultimas eleições em 2018.

O Grande Desafio da nova chancela do Legislativo, é reconquistar a confiança política do eleitor, perante o caos que impera, em uma comarca que segundo dados do MEC possui uma das melhores educações de Ensino Fundamental do pais, com índices elevadíssimos de aproveitamento do rendimento escolar, mas que se contrapondo a esse fato não detém alicerces culturais de uma organicidade de implementos de incentivo ao acesso informativo de qualidade para todos os membros da sua sociedade civil.

Um bom exemplo disso é o pouco uso profícuo da Biblioteca Municipal, com um acervo rico de obras muitas vezes mofando em suas estantes, ou do pouco aproveitamento do Centro Cultural Gino de Biasi Filho, que passou um bom tempo antes da Pandemia do Covid 19 parado, sem conter eventos ou atividades que despertassem a curiosidade das pessoas em busca de  um esclarecimento maior.

Aquém  a isso,  há problemas, como a falta de organização quanto a uma governabilidade ética e de respeito pelo cidadão, como atesta os procedimentos   finais   dos atuais membros do executivo e do legislativo, que desrespeitam o patrimônio histórico da cidade, realizando, canteiros de obras sem conter clareza de tais objetivos a serem empreendidos , enquanto as proliferação de casos do Corona Vírus se manifesta, não havendo um contingenciamento lúcido de orientações  que possam orientar e também cuidar das pessoas de um âmbito geral, aquém asfaltos esburacados, falta de empregos e vinda de empresas, diminuição da arrecadação, crescimento da população de rua, carência de higienização pública.

A esperança de dias melhores advindo de uma gestão  transparente quanto a reger meandros de providências políticas coletivas e não partidárias é um dos grandes desafios que a nova administração municipal vai enfrentar como também  trazer as pessoas para um espaço de convivência de participação popular nos ordenamentos políticos da cidade, e com certeza vai ser cobrada por uma “nova oposição”, que perdeu sua fatia do bolo da máquina pública, e não vai medir esforços para subverter uma feroz crítica e nuanças inquisitoriais,  de mover a opinião pública contra as propostas e intervenções que a nova administração pretende fazer.

Quanto aos velhos quadros da velha guarda do feudalismo do legislativo da “Capital da Amizade”, resta “tentar dignamente”, reaver seu papel de cidadania ativa e de crítico da constituinte, realizando uma oposição não apenas de “ataque”, e sim de fiscalizar e acompanhar o trabalho político e respeitar a decisão do povo, e se preparar  para novos conluios de atividades de campanha partidária que possam reconduzir, um novo pacto de beneplácitos de justiça e solidariedade  para todos, e se  organizar em objetivar  filosoficamente, um respeito pelas reais necessidades que o município enfrenta, voltando a ter a credibilidade de toda esfera civil da população novorizontina.

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