Opinião – Rojões e Falta de Educação: Características do desconhecimento da Lei de perturbação da Ordem Pública Novorizontina

Por Clayton Zocarato:

Rivalidades a parte, o Palmeiras mereceu título da Copa Libertadores da América de 2020/2021, título decidido nos acréscimos, e que serviu para tirar um pouco do cotidiano hermético, do confinamento pelo qual o Brasil está alojado, defronte essa Pandemia de Covid 19, que está em sua Segunda Onda, (mas que nunca saiu da primeira onda).

Mas o texto aqui caro leitor não é futebolístico, e sim para salientar, e fundamentar como uma boa parcela das pessoas não sabem usarem um conceito “filosófico e político” de nortear o respeito pelo próximo, e de comemorar sem perturbar ou causar algum tipo inconveniente, por menor que seja.

A “Liberdade”, princípio dialético que envolve “espírito, corpo, ações e opiniões”, segundo o pensador inglês Stuart Mill, foi mais uma vez ameaçada na noite, do último dia 30/01, pois a quantidade fogos artifícios causou uma poluição sonora muito desagradável, perturbando a paz alheia, como também deixando caninos enfurecidos, cidadãos (com ou sem autismo extremamente incomodados), aquém de certa sujeira, pelos os restos de fogos de artifícios que foram encontrados em vários pontos da cidade, prejudicando a higienização urbana

Isso foi um ultraje para a conservação e manutenção da “Ordem Pública”, pois se seu uso está restrito pelo Direito, sua escritura vêm, oficializar isso, é obrigação dos Três Poderes e dos Órgãos de Segurança, fornecer tais informações para a população, e que venham evitar e reprimir, contendas desnecessárias entre as “subjetividades mais alegres” diante algum evento coletivo, que possa causar aglomerações, bem como incomodarem o sossego e a paz das pessoas, que não estão participando dessas atividades.

A “Lei Municipal Número 4.732/18 de 11 de Dezembro 2018, proíbe o uso de artefatos pirotécnicos que causem uma sonoridade acima de 65 decibéis”, tendo no seu sentido linear , que a manutenção da ordem seja mantida, (não sendo necessário todo um arcabouço de palavras e métricas técnico – burocráticas, pois está bem esclarecido), para que haja convencimento e conscientização das pessoas, e assim que se faça cumprir o que está outorgado pela Lei.

Não se trata de “dor de cotovelo”, para quem torce contra o Alviverde Imponente, mas sim pararmos e analisarmos que falta de instrução e de uma educação lúdica das pessoas, (“não a todos é claro!”), é mais jus que os Três Poderes, levem a

informação constitucional para as pessoas e sim se for de beneplácito, puna quem a desrespeitar.

Reclamar dos nossos representantes partidários é algo que chancela que é necessário “reclamar” ( dentro do senso-comum), para poder chamar “atenção”, mas que desconhecem que existe essa Lei e que ela deve -se fazer cumprir como qualquer outra, independente da opinião “X” ou “Y”, para que a paz e o respeito alheio sejam respeitados.

Ficou evidenciado, que alguns pessoas, só querem que os tramites legais da organização social do município, venham a favorecer seu lado pessoal, e poder “extravasar á vontade o que bem entendem sem ter empatia nenhuma”, e que aquém dos fogos artifícios, tivemos casos de motoristas alucinados e embriagados por vários pontos da cidade, abusando de suas perícias automobilísticas, (para não dizer irresponsabilidade) perante o volante, colocando vidas em risco, e se achando no direito de brincar de “Dick Vigarista”, com manobras arriscadas, além de uma buzinação infernal e nada fraternal, ocorridos perto do asilo dos idosos, hospital e maternidade, o que torna essa causa de perturbação e desrespeito pela ordem pública, mais grave ainda.

Não podemos é lógico nos esquecermos, que, pessoas tiram seu sustento da venda desses artefatos, (em nenhum momento foi citado aqui sua proibição do seu comércio) contendo pólvora, e outros materiais que perigosos, que não são manuseados de forma correta precisando conter uma certa perícia.

E mais, há locais específicos para realizar tais atividades, mas aqui o narcisismo “trágico – cômico”, na necessidade em se mostrar para “o outro”, o que revela que vivemos em um agrupamento humano com problemas de “bastar a si mesmo”, como diria o grande filosofo Arthur Schopenhauer.

Se não conseguimos demonstrarmos uma educação em pequenos tratos de felicidade, como à comemoração em relação ao título conquistado pelo nosso time de futebol de coração, com exigir de maneira consciente, grandes mudanças no modo de “ser”, e agir do “outro”, sendo que muitos se quer deram tal “exemplo”, para vim a servir de “exemplo”?

Fica aqui um aforismo provocativo e também elucidativo: “que se faça cumprir a Lei para todos”, mas desde que meus privilégios sejam mantidos e fiquem no ostracismo dos órgãos de fiscalização, garantindo meus prazeres egoístas e irresponsáveis.

E assim, na marca do pênalti da Cidadania, o batedor da boa Ética marcou um gol que decidiu o campeonato da imbecilidade para alegria de bufão destinado a alguns mais “saidinhos”, diante a falta de um bom treino do seu bom senso, em conhecer as regras, ou melhor, as Leis que estruturam e mantém uma Democracia Participativa e zelando por todos, sem exceções.

(…)

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