OPINIÃO – A Bestialização da Capital da Amizade

Por Clayton Zocarato

Mal a vacinação contra a Covid-19 começou a dar seus frutos profiláticos, em frear o contágio, bem como a realizar, uma conscientização, de que com as medidas de segurança sendo respeitadas auxiliam a conter sua proliferação, boa parcela da população novorizontina, deu um exemplo negativo, no último final de semana entre 06/08, e 07/08.

Aglomerações e mais aglomerações em diferentes pontos da cidade, onde a valorização da barbárie e da balburdia, deu um entendimento medíocre, “que tudo estava dentro da mais absoluta normalidade”.

De certa maneira sim! Estamos vivemos “uma normalidade”, onde as pessoas tentam de todas as formas, se reinventarem em seu cotidiano, como uma forma de se fazer “perceber”, e também se “representar”, em um mundo, que ainda vive sobre as argúcias da Pandemia, e que sofre um falso sentimento “de se importar com o próximo”, que caminha para uma liberdade, que está entorpecida em viver de uma massificação, quanto à gravidade da situação de contágio, que ainda não passou.

Ou seja, a “Bestialização da Capital da Amizade”, demonstra que boa parcela dos novorizontinos possui uma hipocrisia enorme em afirmar a um “ponto de vista” de fazer completamente contrário, em relação as normas de segurança determinadas pelas autoridades de segurança sanitária e científica.

Usando de “Platão, “vivemos e muito de aparências”, e com uma grande falta de consciência filosófica, estreitando uma organicidade de destruição de bom-senso, e que assim se dissemina a carência de empatia coletiva através de festinhas e reuniões a céu aberto ou clandestinas, como se estivéssemos vivenciando um jardim de delícias de um senso-comum de imbecilidades cotidianas normatizantes , de que é necessário se aproveitar o período “pós-confinamento a todo custo e preço”, e assim saciar todos os nossos desejos reprimidos.

Não! Não! Não!

Não é hora de se iludir, acreditando que estamos caminhando para voltarmos a uma funesta normalidade fajuta, onde glebas e mais glebas fogem de suas responsabilidades civis, vivenciando uma nevralgia prazerosa momentânea e perigosa, de um sentimento ético profícuo, substituindo por uma corporeidade hedonista e maléfica.

Testemunhamos um boçal desrespeito pelas “normas de segurança”, onde “ser amigo, conhecido ou até parente” se torna um adjetivo psicótico, em tentar de

maneira inconseqüente driblar a realidade dados empíricos, quanto a manter os cuidados, a restringir contatos sociais desnecessários, sendo um exemplo de “desamor”, perante uma humanidade ainda adoece, perante a tentar de todas as formas, “viver”, sem o “adoecer congênito”, mas tornando indelevelmente um escolha de como “se morrer”, perante “um aprender a adoecer”, que não e faz uma construção coerente e racional do que seja “conhecer”.

“Conhecer”, que devemos ainda sim termos, os cuidados necessários e primordiais, para que “a peste não ganhe mais vida”, segunda as palavras do escritor franco-argelino Albert Camus, e também a ter um claro sentido de respeitar a vida daqueles que padeceram ou padecem diante, os leitos dos hospitais e com a morte de algum ente querido.

Porém diante a essa tragédia diária, que infesta o jornalismo sensacionalista, Novo Horizonte, também se tornou um símbolo de “negacionismo”, perante os perigos do Sars-CoV-2, e suas variantes, vindo a evidenciar, que ainda não estamos prontos para aprendermos a tomar conta de nossa vida, de maneira a estarmos de forma satisfatória espiritualmente, em ressignificar o que seja um sinal psicológico enfadonho, do que seja ficar sozinho ou se sentir só, para um autoconhecimento de nossa virtudes e limitações.

Estamos sozinhos, no quesito, que em muitos momentos, dançamos uma sinfonia existencial eloqüente, de buscarmos em nossas nostálgicas memórias, fatos que possam lembrarmos de situações onde todos nós vivíamos perante uma “pseudo-normalidade”, angariando uma forte subjetividade, que pudesse assim se fazer viver em uma cidade qualquer, com qualquer idade, reinventando novas deidades em qualquer historicidade.

Ainda não é o momento de procurarmos novas reinvenções na nossa maneira viver de forma libertária no nosso “direito constitucional de ir e vir”, de maneira coletiva e individual, e sim a continuarmos com nossa dura lição “moralista” em convivermos com a “Bestialização da exclusão forçada e necessária”, bem como sabermos lidarmos com momentos, de solidão para a reflexão, do cidadão novorizontino, se tornou um inimigo de si mesmo, em se julgar como detentor da verdade, em tentar negar à gravidade da situação histórica que vivemos, que assim postula um esclarecimento patético, em conter um real sentido comportamental de se preservar a vida alheia, sem conter o arcabouço de um a falta de caráter em pensar

unicamente em sua satisfação pessoal, pensando no coletivismo banal e descomunal, e mortal, fazendo da “Capital da Amizade, uma Capital de Inimizade”.

(…)

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